Os portugueses vêm cada vez mais pornografia. Segundo o estudo do Pornhub, um dos mais famosos sites pornográficos do mundo, Portugal ocupa o 41º lugar do ranking dos países com maior consumo de conteúdos para adultos. Hoje em dia, o vício da pornografia é uma realidade e tem implicações na saúde de quem sofre deste problema.

Ainda sobre o estudo, os portugueses que mais visitam sites pornográficos têm entre os 18 e os 24 anos. Estes representam 35% do total de visitantes, bem acima da média mundial. Em relação ao tempo médio de cada visita a sites pornográficos, os portugueses gastam, em média, nove minutos e 26 segundos.

 

Vício da pornografia – É uma patologia?

Por enquanto, o vício da pornografia ainda não é considerado como uma patologia pelo Manual de Diagnóstico e Estatística. Uma das mais prestigiadas publicações da Associação Americana de Psiquiatria.

Ainda assim, diversos estudos apontam para o surgimento de diversos problemas físicos e sexuais em todos os que consumem pornografia de forma exagerada e compulsiva.

 

Vício da pornografia – Consequências

Diversos especialistas afirmam que homens entre os 18 e os 25 anos são mais suscetíveis a sofrer com este vício. O investigador Gary Wilson diz que a pornografia ajuda a aumentar a dopamina. Trata-se de uma hormona libertada pelo cérebro quando recebe uma série de estímulos, entre os quais a sexualidade.

Isto é, os níveis de dopamina elevam-se de forma mais rápida do que no sexo tradicional. A pornografia pode ser considerada como um estímulo “supernormal”, e o cérebro experimenta dois processos idênticos, a sensibilização e a dessensibilização, a cada novo vídeo que é visto, o primeiro permite elevar os níveis de dopamina, enquanto o segundo aumenta a tolerância. Devido a isso, as pessoas ficam cada mais dependentes de mais estímulos para conseguirem atingir o clímax e sentem que a intimidade física é cada vez menos satisfatória, o que se traduz num aumento de casos de disfunção erétil.

Um estudo da Associação Médica Norte-Americana defende, ainda, que os homens que passam muito tempo a ver conteúdo pornográfico têm menos massa cinzenta em algumas partes do cérebro e sofrem de redução da atividade cerebral.

 

Vício da pornografia – Como resolver

Há quem diga que ter um vício é “ter uma anestesia para a vida”. Como em todas as patologias, apenas os profissionais habilitados podem ajudar a encontrar uma solução para os mais diversos problemas.

O vício da pornografia ainda não é considerado uma patologia, mas diversos estudos dizem que é tão viciante como a droga.

Admitir o facto é o primeiro passo para a resolução do problema. Por isso, procure ajuda de quem percebe do assunto. Pode ser um pouco desconfortável mas não tenha medo de assumir os seus problemas e desconstrua os tabus que foram surgindo em torno deste assunto.

 

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